OBESIDADE ABDOMINAL IN FOCO, OPINIÃO DE ESPECIALISTAS;NO MEIO CIENTIFICO FICA MAIS CLARO QUE A OBESIDADE INTRA ABDOMINAL ENVOLVE OUTROS ÓRGÃOS E PODEM CAUSAR DIABETES MELLITUS TIPO 2, COMPROMETIMENTO RENAL, ENTRE OUTROS.

DIABETES MELLITUS É UM GRUPO DE DOENÇAS METABÓLICAS CARACTERIZADAS POR HIPERGLICEMIA RESULTANTE DE DEFEITOS NA SECREÇÃO DE INSULINA, AÇÃO DA INSULINA OU AMBOS. A HIPERGLICEMIA CRÔNICA DO DIABETES ESTÁ ASSOCIADA A DANOS A LONGO PRAZO, DISFUNÇÃO E INSUFICIÊNCIA DE VÁRIOS ÓRGÃOS, ESPECIALMENTE DOS OLHOS, RINS, NERVOS, CORAÇÃO E VASOS SANGUÍNEOS. OBESIDADE ENTRE ELAS A OBESIDADE INTRA ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL E PERIFÉRICA, TEM UM PAPEL RELEVANTE NA SÍNDROME METABÓLICA. (ALTERAÇÃO DO COLESTEROL E FRAÇÕES, ÓRGÃOS CARDIORRESPIRATÓRIOS E VASCULAR, INSUFICIÊNCIA RENAL, HIPERTENSÃO ARTERIAL, ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROCIÊNCIA-ENDÓCRINA (NEUROENDOCRINOLOGIA) – GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

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AVANÇOS NO TRATAMENTO DE DIABETES MELLITUS E CONSEQUÊNCIAS EM HUMANOS.
A síndrome metabólica inclui hipertensão arterial, nível elevado de açúcar no sangue (diabetes mellitus tipo 2), excesso de gordura corporal em torno da cintura e níveis de colesterol anormais. A síndrome aumenta o risco de uma pessoa ter ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.
Além de uma grande circunferência da cintura, a maioria dos distúrbios associados à síndrome metabólica não apresenta sintomas. Diabetes. Perda de peso, prática de exercícios físicos, dieta saudável e abandono do cigarro podem ajudar.

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Também pode haver de correção por médicos especialistas endocrinologistas, neuroendocrinologistas além da dieta e exercícios físicos. Vários processos patogênicos estão envolvidos no desenvolvimento do diabetes. Estes variam desde a destruição autoimune das células β do pâncreas, com consequente deficiência de insulina, até anormalidades que resultam em resistência à ação da insulina. A base das anormalidades no metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas no diabetes é a ação deficiente da insulina nos tecidos-alvo. A ação deficiente da insulina resulta de secreção inadequada de insulina e / ou respostas teciduais diminuídas à insulina em um ou mais pontos nas complexas vias da ação hormonal.

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O comprometimento da secreção de insulina e os defeitos na ação da insulina frequentemente coexistem no mesmo paciente, e muitas vezes não está claro qual anormalidade, se sozinha, é a principal causa da hiperglicemia. Os sintomas de hiperglicemia acentuada incluem poliúria (urinar muito e frequente), polidipsia (sede exagerada), perda de peso, às vezes com polifagia (fome exagerada) e visão turva. O comprometimento do crescimento (estatural longitudinal ou linear com baixa estatura final) e a suscetibilidade a certas infecções também podem acompanhar a hiperglicemia (aumento do açúcar na circulação) crônica. Consequências agudas, com risco de vida, do diabetes descontrolado são a hiperglicemia com cetoacidose ou a síndrome hiperosmolar não-cetótica.

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As complicações a longo prazo do diabetes incluem retinopatia com potencial perda de visão; nefropatia levando a insuficiência renal; neuropatia periférica (dor intensa no corpo e pés devido comprometimento das terminações nervosas) com risco de úlceras nos pés, amputações e articulações de Charcot; e neuropatia autonômica causando sintomas gastrointestinais, geniturinários e cardiovasculares e disfunção sexual (principalmente a impotência – disfunção erétil). Pacientes com diabetes apresentam uma incidência aumentada de doença cardiovascular aterosclerótica, arterial periférica e cerebrovascular. Hipertensão e anormalidades do metabolismo das lipoproteínas que são frequentemente encontradas em pessoas com diabetes Lipoproteína, qualquer membro de um grupo de substâncias contendo lipídios (gorduras) e proteínas.

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Eles ocorrem tanto em complexos solúveis – como na gema do ovo e no plasma de sangue de mamíferos por tanto em seres humanos, quanto nos insolúveis, como nas membranas celulares. As lipoproteínas do plasma sanguíneo têm sido intensamente estudadas porque são o meio de transporte do colesterol através da corrente sanguínea e do fluido linfático. Além do diagnóstico clínico de diabetes mellitus baseado na medição do nível de glicose no sangue, atualmente, a classificação etiológica da doença vem à tona.

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A análise genética (tipagem HLA, pesquisa do gene da glicoquinase e mutações gênicas mitocondriais), exame imunológico (determinação de autoanticorpos específicos das ilhotas) e a mensuração da capacidade secretória da insulina auxiliam na classificação etiológica. O resultado mais importante da classificação é a descoberta da forma lentamente progressiva de diabetes mellitus tipo 1 (anteriormente diabetes latente auto-imune em adultos). Outra direção dos procedimentos diagnósticos é a previsão da doença na população não diabética. A previsão do diabetes tipo 1 não é suficientemente específica no momento, mas a do diabetes tipo 2 pode ser feita facilmente, principalmente em pacientes com tendências as características descritas e aproximadamente 46 % dos diabéticos, não tem consciência que são diabéticos.

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Mudanças significativas foram feitas em 1997 pelo Comitê de Especialistas em Diagnóstico e Classificação de Diabetes Mellitus da Associação Americana de Diabetes (ADA) com relação ao diagnóstico e classificação do diabetes mellitus. Os termos “diabetes mellitus dependente de insulina” (IDDM) e “diabetes mellitus não dependente de insulina” (NIDDM) foram abandonados. A nova classificação é, em geral, baseada na etiologia (causa) e não no tratamento e inclui quatro grupos: Tipo I (autoimune), Tipo 2 (não autoimune), Outros tipos específicos e Diabetes Gestacional. O nível de glicose no sangue em jejum para diagnóstico foi reduzido de 140 mg / dL para 126 mg / dL. Uma glicose no sangue aleatória de 200 mg / dL ou mais em um paciente com sintomas de diabetes é diagnóstica.Cada um desses testes de diagnóstico precisa ser repetido em um dia separado. O teste de tolerância à glicose não é mais recomendado para uso diagnóstico de rotina. Recomendações para a triagem do diabetes mellitus em indivíduos presumivelmente saudáveis são apresentadas. Novos avanços na insulina e sua entrega ao paciente diabético são discutidos. O impacto do diabetes mellitus na cavidade bucal é atualizado.

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Esses motivos e a recomendação das novas classificações, a obesidade em suas diversas classificações, não deixam duvidas da importância diagnóstica dessa doença multidisciplinar, centrada no endocrinologista e neuroendocrinologista, sendo a avaliação frequente diagnóstica, prevenção em todas as esferas de qualidade de vida, o melhor meio de diminuir ou evitar uma situação muito grave, incluindo o stress.
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neurocientista-Endócrino
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas
https://www.nhlbi.nih.gov/health-topics/metabolic-syndrome
https://www.endocrine-abstracts.org/ea/0041/ECE2016AbstractBook.pdf
https://www.researchgate.net/…Diagnosis…/Dysnatremias-Diagnosis-and-Treatment.pdf
journals.aace.com/doi/pdf/10.4158/1530-891X-24.s1.1
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1113665/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2613584/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4127595/

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OBESIDADE ACONSELHAMENTO PARA A MUDANÇA DO ESTILO DE VIDA POR MÉDICOS, VISANDO DIMINUIR A GORDURA VISCERAL ASSIM COMO O PESO E SOBREPESO.

O aconselhamento de médicos sobre o estilo de vida para pacientes com gordura visceral ou obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central,) evitarem maior ganho de peso, induz a comportamentos preventivos, de acordo com os resultados, de 3 anos de um acompanhamento clínico controlado e aleatório relatado em fevereiro no Archives of Internal Medicine . A recuperação do peso após a perda inicial de peso é comum, o que indica a necessidade de aconselhamentos para prevenir o ganho de peso em vez da perda de peso”, segundo observações de Nancy ter CW bogt, MSC, do Centro Médico Universitário de Groningen, na Holanda, e colegas. Esta observação foi realizada, para determinar se o aconselhamento do estilo de vida conduzido por médicos para pacientes com gordura visceral e obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central) pode evitar ainda mais o ganho de peso.”
Esta observação foi efetuada num total de 457 pacientes com índice de massa corporal (IMC) de 25 a 40 kg/m², e hipertensão ou dislipidemia ou ambos, observados em clínicas distintas, divididos em 2 grupos. A idade média foi 56 anos e 52% dos indivíduos observados eram mulheres. Os participantes foram aleatoriamente designados para 2 grupos distintos, recebendo orientação de estilo de vida, com orientação de médicos e enfermeiras especializadas, usando um protocolo padronizado.
Os resultados iniciais obtidos, foram as mudanças depois de 3 anos no peso corporal, circunferência da cintura, pressão arterial, glicemia de jejum e níveis de lipídios (gorduras) no sangue.
Aproximadamente 60% ​​dos participantes foram capazes de manter o peso depois de 3 anos. 
No entanto, os níveis lipídicos e da pressão arterial não diferiram entre os 2 grupos. “Na maioria em ambos os grupos, o aconselhamento de estilo de vida conseguiu evitar ainda mais o ganho de peso.”Alguns pacientes apresentaram um menor número de visitas às enfermeiras especializadas após o primeiro ano de acompanhamento, que pode ser insuficiente para sustentar a perda de peso.Observa-se que usando o grupo de enfermeiras especializadas treinadas para prestar aconselhamento de estilo de vida limitado dentro de uma prática médica geral, não resultou em perda de peso clinicamente significativo, a longo prazo. No entanto, eles apontam que os grandes estudos clínicos multicêntricos sugerem que intervenções intensivas podem atingir perda de peso associada com melhores resultados de saúde.Para se fazer uma terapia eficaz para a obesidade será necessário o apoio e intervenções integradas em vários ambientes onde as pessoas ficam a maior parte do seu tempo. As intervenções para a perda de peso, visando primariamente a melhoria da saúde serão mais eficazes se os cuidados forem coordenados, reembolsados, mais sustentável e se for apoiado por ações complementares de múltiplas entidades, tais como o local de trabalho ou a comunidade onde vive. Estes sistemas requerem novos modelos de custo-benefício para determinar a abordagens mais eficientes e eficazes para populações específicas de pacientes.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Endocrinologia – Medicina Interna
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COMO SABER MAIS:
1.O aconselhamento de médicos sobre o estilo de vida que o paciente deve ter pode melhorar a qualidade de vida do paciente ? 

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2.Com o aconselhamento médico sobre o estilo de vida o paciente pode apresentar melhoras no peso corporal, circunferência da cintura, pressão arterial, glicemia de jejum e níveis de lipídios (gorduras) no sangue?
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3.Aproximadamente 60% ​​dos participantes foram capazes de manter o peso depois de 3 anos?
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
Arch Intern Med. . 2011, 171:306-313, 313-315. Nancy ter CW bogt, MSc, do Centro Médico Universitário de Groningen, na Holanda, e colegas Debra Haire-Joshu, PhD – Washington University School of Medicine, in St. Louis, Missouri – USA Samuel Klein, MD – Washington University School of Medicine, in St. Louis, Missouri – USA.
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OBESIDADE (SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE CENTRAL, ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, VISCERAL, INTRA-VISCERAL, SÍNDROME METABÓLICA) PRECONCEITO E ESTIGMATIZAÇÃO DOS OBESOS, COM RELAÇÃO AO SEUS ESTILOS DE VIDA, SUAS CONDUTAS PROFISSIONAIS, SUAS CARACTERÍSTICAS DE CONDUTAS, CONFORME OPINIÃO DE UM GRUPO DE PESQUISADORES.

Desde o sobrepeso (obesidade, obesidade central, abdominal, intra-abdominal, visceral, intra-visceral) até o estágio mais grave da obesidade, que é a síndrome metabólica, infelizmente o obeso sofre preconceito e é estigmatizado pela sociedade de uma forma muito agressiva. Os obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade central, abdominal, intra-abdominal, visceral, intra-visceral, Síndrome Metabólica) estão vulneráveis a atitudes negativas profundas em várias áreas da vida, incluindo no local de trabalho, nas escolas, inclusive em serviços médicos e relações interpessoais.  O estigma ou preconceito podem vir de várias formas, dentre elas a forma verbal, que vêm como chacota, menosprezo, insultos, nomes depreciativos, linguagem pejorativa ou de outros termos que as pessoas encontram para agredir verbalmente o obeso; pode vir também de forma física, como empurrões, agarrões ou outras atitudes físicas agressivas ou encontrar outras barreiras devido ao excesso de peso, como assentos em locais públicos em que não cabem, lojas que não têm roupas de tamanho grande o suficiente e em muitos casos a vendedora ou vendedor explica ao obeso que eles não trabalham com aquele tamanho de roupa, equipamentos médicos que são pequenos para obesos, etc… No trabalho geralmente o obeso não é facilmente promovido como ocorre com o magro embora possa ter a mesma competência, a não ser que o obeso seja muito mais competente que o magro, o que não é visto por empregadores ou corporações como via de regra. Infelizmente apesar dessas injustiças, este estado de coisas pode ser revertido, se o obeso fizer uma reflexão adequada e tomar atitudes sérias no sentido. 
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NOSSO SISTEMA GASTRO – INTESTINAL É MUITO MAIS COMPLEXO DO QUE EVENTUALMENTE ACREDITAMOS, TEM UMA AMPLA INTERAÇÃO COM O SISTEMA NEUROENDÓCRINO E NEUROLÓGICO, E PODE SER RESPONSÁVEL POR SITUAÇÕES BIZARRAS E ATÉ POUCO DIAGNOSTICADAS NO MEIO MÉDICO, ALÉM DA GORDURA, OBESIDADE VISCERAL OU INTRA – ABDOMINAL, PODENDO OCORRER EPILEPSIA VISCERAL, SEM QUADRO CLÍNICO MUITO ESPECÍFICO.

A frequência dos ataques epilépticos pode variar de muitas vezes ao dia, até com intervalos de vários anos. Em indivíduos predispostos, podem ocorrer convulsões durante o sono ou após a estimulação física, como por uma luz piscando ou som alto repentino. Os distúrbios emocionais também podem ser significativos gatilhos que levarão à descompensação. Algumas crises são precedidas por uma aura (percepção), mas outros não apresentam sintomas de alerta. A maioria dos ataques epilépticos é breve. Podem ser localizados ou gerais, com ou sem movimentos crônicos, e freqüentemente são seguidos por sonolência ou confusão mental, este detalhe é que leva a não percepção da epilepsia visceral. O diagnóstico é feito através da observação do padrão de crises e anormalidades no eletroencefalograma. O diagnóstico também é auxiliado por um sistema de classificação dos critérios que caracterizam os diferentes tipos de crises epilépticas. Uma categoria importante no esquema de classificação engloba as crises parciais, que começam geralmente focal, em seguida, se espalham para outras áreas do cérebro “brain storms”. Uma grande segunda categoria inclui as apreensões generalizadas, que começam geralmente no fundo do cérebro, prejudicando a consciência. A convulsão generalizada ou ataque de grande mal da epilepsia, geralmente, se apresenta uma imagem tão marcante de fenômenos motores somáticos, que os sinais e sintomas envolvendo vísceras e outras funções autônomas, embora presentes, são ofuscados. Dentro da crise do grande mal, onde geralmente ocorrem sintomas cardiorrespiratório, gastrointestinal, urinário, e outros sintomas autonômicos. Antes de uma convulsão de grande mal pode haver uma aura visceral, com sintomas de descontrole de freqüência cardíaca, respiratória e perda de fezes, urina sem perceber. Isso geralmente é uma sensação epigástrica ou abdominal, podendo ocorrer, em diversas vezes podendo chegar até 20 por cento dos pacientes. Durante uma crise (desencadeamento) do grande mal, o pacientes se tornam cianóticos, têm respiração desordenada, taquicardia, vômitos ocasionais, todos involuntários, assim como a eliminação de fezes e urina sem perceberem, acrescenta-se também, sudorese, aumento da pressão arterial e as pupilas podem ou não estar dilatadas. Alguns desses sintomas podem persistir após a parte principal da crise, acompanhadas ou não de uma febre, principalmente em crianças. Além dessas manifestações, que ocorrem em alguma relação com a crise, há muitos exemplos de fenômenos que representam comprometimento visceral em si, a maior parte de um estado de aura, percepção que algo irá ocorrer sem identificar o que. Estas, geralmente, ocorrem em pacientes com crises no grupo psicomotor. Convulsões psicomotoras, caracterizadas geralmente por auras de sintomas de ansiedade e visceral, seguidas por alterações na consciência associada com o sentimento e comportamento motor automático somático e autônomo são frequentes. Estes fenômenos estão associados com pelo menos uma amnésia parcial, normalmente inadequada, bizarra, envolvendo uma interação com o ambiente e determinado em parte por fatores psicológicos e fatores estressantes. As atividades nesta última fase, muitas vezes, podem parecer ser confundidas com um comportamento normal. É significativo que percebamos que o estresse em exagero, a atitude angustiante de querer perder peso através de auto medicação, como doses exageradas de substâncias laxantes por exemplo, irá causar grandes disfunções metabólicas, graves que para os predispostos a problemas viscerais, serão fatores gatilhos para o problema, e é muito comum em pacientes que querem perder peso, diminuir obesidade, obesidade visceral, abdominal ou central, sem uma avaliação correta do endocrinologista ou neuroendocrinologista, e fazerem opção pela auto medicação ou mesmo atividades físicas sem orientação, assim como dietas absurdas e descompensadoras, incluído a ausência de alimentação, de nutrição adequado de substâncias mínimas para a sobrevida.
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1. Na epilepsia visceral a frequência dos ataques pode variar de muitas vezes ao dia, até com intervalos de vários anos?                                                                   http://controladaobesidade.blogspot.com
2. É significativo que percebamos que o estresse em exagero, a atitude angustiante de querer perder peso através de automedicação, como doses exageradas de substâncias laxantes por exemplo, irá causar grandes disfunções metabólicas?
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3. Fazerem opção pela auto medicação ou mesmo atividades físicas sem orientação, assim como dietas absurdas e descompensadoras, pode levar ao desencadeamento de uma crise de epilepsia visceral?
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Referências Bibliográficas:
Secção de Neurologia do Departamento de Medicina Interna ,GILBERT Glase H. * HGLASER e Medicina Yale Escola Universitária Grace-New de Medicina USA ,ANAND BK, DUA S. Electrical stimulation of the limbic system of brain (visceral brain) in the waking animals. Indian J Med Res. ,DIXON MS, GLASER GH. Psychomotor seizures in childhood; a clinical study. Neurology., GLASER GH, GOLUB LM. The electroencephalogram of psychomotor seizures in childhood.Electroencephalogr Clin Neurophysiology. ,HOEFER PFA, COHEN SM, GREELEY DM. Paroxysmal abdominal pain; a form of epilepsy in children. J Am Med Assoc., LIVINGSTON S. Abdominal pain as a manifestation of epilepsy (abdominal epilepsy) in children. MACLEAN PD. The limbic system and its hippocampal formation; studies in animals and their possible application to man. J Neurosurg. 
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ENDOCRINOLOGIA SP -APÓS PERDA DE GORDURA VISCERAL , ABDOMINAL, CENTRAL, INTRA-ABDOMINAL, O BOM-COLESTEROL (HDL-COLESTEROL) E O TRIGLICÉRIDES, SÓ SE MANTÉM EM NÍVEIS BONS SE ESTA PERDA FOR MANTIDA POR UM LONGO PRAZO DE TEMPO.

Entre a classe médica, sabe-se que o excesso de gordura abdominal, obesidade central, em particular a gordura visceral abdominal ou central que está relacionada a risco ao aumentado de complicações relacionadas à obesidade, cada vez mais as pesquisas comprovam que não adiante efetuar somente a alimentação, ou associa-la a exercícios físicos, é de extrema importância mudarmos todos os nossos detalhes com relação ao estilo de vida, nunca se esqueça que o nosso organismo possuem uma química perfeita distribuída através do nosso metabolismo orgânico, seja ela de que nível for incluindo obesidade intra visceral, abdominal ou central. Os trabalhos científicos tem examinados a associação entre fatores de risco metabólicos e manutenção da gordura visceral abdominal, obesidade central,após atitudes tomadas para perda de peso. As avaliação em mulheres obesas na pós-menopausa, que concordaram em se submeter a um acompanhamento para a perda de peso, e chegaram a perder pelo menos 10% do peso inicial, tiveram um resultado significativo. O peso corporal, a gordura visceral abdominal ou central , foi avaliada através da tomografia computadorizada e os fatores de risco metabólicos, tais como, a pressão arterial, dislipidemia-Colesterol total, LDL colesterol mal colesterol, HDL colesterol , bom colesterol, Triglicérides que são quilomicros e glicemia, foram medidos antes do início do acompanhamento, ou seja, na semana zero, na semana após terminar o acompanhamento, ou seja, no 3º mes e após 2 anos de acompanhamento. As mulheres foram divididas em 2 grupos, de acordo com as mudanças em sua gordura visceral abdominal durante este periodo: um grupo aumentou a gordura visceral abdominal obesidade central e outro manteve a diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central. A mudança média da gordura visceral abdominal ou obesidade central das mulheres durante o acompanhamento, juntamente com mudanças, foi observada melhora em todos os fatores de riscos metabólicos exceto para o HDL- colesterol (bom-colesterol). Durante o período de acompanhamento, houve interação entre os 2 grupos de gordura visceral abdominal ou obesidade central em relação ao HDL- colesterol (bom-colesterol), os triglicérides e o colesterol total/HDL- colesterol. Em particular, o HDL- colesterol das que mantiveram a diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central, melhorou e o valor durante o período superou o nível basal, ou seja, medido antes do início do acompanhamento. No entanto, a pressão arterial sistólica e diastólica, a tomografia computadorizada e o LDL- colesterol nas que mantiveram a diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central como era esperado e de acordo com dezenas de trabalhos de pesquisas não poderiam apresentar, a não ser uma queda nos valores de tais níveis ou seja uma diminuição de tais níveis, pois seria um estimulo a obesidade intra abdominal, visceral ou central se as observações fossem diferentes. Por isso temos que tomar muito cuidado com a interpretação de alguns trabalhos, que dependendo do protocolo utilizado, podem observar situações antagônicas, que não possuem lógica nenhuma. A obesidade em qualquer grau tem se firmado em saúde publica como a epidemia do século XXI, seja ela Obesidade visceral, intra abdominal, central, controlada ou descontrolada, temos que avaliar nossas posições, afinal independente da área genética em nosso relacionamente família sempre, levamos alquem ao mesmo desastre. Através destas avaliações, fica claro porque a manutenção da diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central, por um longo tempo após a perda de peso está associada com a melhora do HDL- colesterol e triglicérides em relação às mulheres obesas na pós-menopausa.
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1. A obesidade visceral e esteatose (gordura no fígado), existem relações?                                    
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2. É importante a perda da gordura visceral abdominal para diminuir hipertensão?
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3. A obesidade pode levar à esteatose (gordura no fígado) hepática?http://esteatosehepatica.blogspot.com/
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Referências Bibliográficas:
T Matsuo, Y Kato, Y Murotake, M-K Kim, H Unno and K Tanaka
1. Graduate School of Comprehensive Human Sciences, University of Tsukuba, Tsukuba, Ibaraki, Japan
2. Sodegaura City, Sodegaura, Chiba, Japan
3. Unno Medical Clinic, Moriya, Ibaraki, Japan
International Journal of Obesity (2010) 34, 1742–1751; doi:10.1038/ijo.2010.95.
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ENDOCRINOLOGIA SP – PESSOAS OBESAS (SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL) QUANDO PERDEM PESO PODEM ALTERAR SEU HUMOR PARA MELHOR.

Foi feita uma observação sobre pessoas obesas que participam de programas de perda de peso, com base nas alterações de atividade física e mudança do estilo de vida e verificou-se que elas podem apresentar melhorias em seu humor.
Qual o peso perdido, não parece ser a questão, e ainda não está claro que isto ocorra devido a perda de peso em si. Já tinha sido observado que perdendo até mesmo uma pequena percentagem do seu peso corporal, as pessoas obesas (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central , visceral) ​​podem melhorar a sua saúde física e mental, mesmo que ainda obesos.
Observações recentes, não pretendem “dar a entender que a perda de peso é um substituto para o tratamento de depressão clinicamente significativa”, disse o Dr. Anthony Fabricatore, cujos resultados apareceram em linha 22 de fevereiro no International Journal of Obesity.
As observações recentes, foram feitas através de um levantamento aleatório, relacionando-se a perda de peso, mesmo que pequena, e mudanças nos sintomas de depressão.
Foram feitas observações especialmente sobre os sintomas relacionados à depressão e ao humor, ao invés de controle que tinham sido diagnosticados com depressão clínica.
Como em um todo, as pessoas em quase todos os tipos de programas de perda de peso, verificaram-se melhorias em seu humor. Programas relacionados à mudança do estilo de vida teve um efeito mais positivo, e programas, incluindo atividade física também aliviava os sintomas de depressão. O tratamento com medicamento para perda de peso, no entanto, não teve impacto sobre o humor.
Quanto de peso foi perdido por cada pessoa, ou não, não foi vinculado com as suas mudanças de humor durante o programa de perda de peso.
A observação feita, foi que pessoas que participam de programas de perda de peso, geralmente perdem de 5 a 10% do seu peso corporal inicial, e pode ser que depois de um certo ponto, uma maior perda de peso não continuaria exercendo efeito na melhoria do humor.
“Excesso de dinheiro pode também não ser a única explicação para a melhoria do humor”, disse o Dr. Patrick Smith, pesquisador da Duke University Medical Center, em Durham, Carolina do Norte, cujo estudo foi incluído nesta observação.
“A outra explicação possível é que, muitos desses programas de emagrecimento são feitos em grupo, que fornece algum apoio social e das outras pessoas participantes”, que poderia ajudar a melhorar os sintomas de depressão, disse ele.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM 28930
Como Saber Mais:
1.Pessoas obesas que participam de programas de perda de peso, com base nas alterações de atividade física e mudança do estilo de vida podem melhorar o humor?
http://queroemagrecermais.blogspot.com
2.Após se perder de 5 a 10% do peso inicial o humor sofre uma melhoria, mas se esta pessoa continuar a perder peso o humor melhora ainda mais?
http://serobesonao.blogspot.com
3.A perda de peso substitui o tratamento para depressão?http://obesidadecontrolada3.blogspot.com
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
Dr. Anthony Fabricatore – International Journal of Obesity – 2011
Dr. Patrick Smith – Duke University Medical Center, em Durham, Carolina do Norte – USA
Contato
Fones: 55(11) 2371-3337 / (11) 5572-4848
Rua Estela, 515 – Bloco D – 12º andar – Conj. 121
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